Cidade Aruna transforma região de Maringá com R$ 2,5 bilhões em VGV
Em construção na Gleba Itororó, o primeiro ecossistema urbano de Maringá reúne 14 edifícios, 290 mil m² de área construída e compradores e investidores de cinco países

O Cidade Aruna é um ecossistema urbano vivo que conecta pessoas, lifestyle e design em um mesmo território. Em construção na Gleba Itororó, ao lado do Bosque II, o masterplan tem VGV de R$ 2,5 bilhões e transforma uma área de mais de 50 mil metros quadrados que, no passado, abrigou o Frigorífico Central, um dos mais importantes do país. Após décadas de relevância industrial na história de Maringá, a região inicia um novo ciclo de ocupação e ganha novos significados, com um espaço integrado de moradia, comércio, saúde, trabalho, lazer, cultura e convivência, em equilíbrio com a natureza.
Desenvolvido pela PRC Empreendimentos, o complexo multiuso reúne 14 edifícios e mais de 290 mil metros quadrados de área construída, a partir de referências contemporâneas do urbanismo internacional. A construção da primeira torre começou em 2024, com entrega prevista para 2028. A implantação completa do masterplan deve ser concluída até 2032.
“Estamos construindo mais do que edifícios. Estamos desenvolvendo um território que conecta diferentes formas de viver a cidade, aproximando moradia, trabalho, serviços, saúde, cultura e lazer. O objetivo é criar uma experiência urbana em que as pessoas tenham mais possibilidades de convivência e mais tempo para aquilo que realmente importa”, afirma Raphael Ferreira, CEO da PRC Empreendimentos.

Essa proposta se traduz na adoção de conceitos urbanísticos que orientam o planejamento do Cidade Aruna. O ecossistema incorpora princípios do novo urbanismo, que valoriza territórios mais compactos, conectados e voltados às pessoas; da walkability, ao aproximar diferentes atividades e favorecer os deslocamentos a pé; da biofilia regenerativa, ao integrar a natureza e a vegetação ao ambiente construído, respeitando e valorizando o bioma natural; e do placemaking, ao criar lugares com identidade, convivência e significado.
Na prática, a proximidade entre os diferentes usos permite que atividades que normalmente estão espalhadas pela cidade sejam realizadas em trajetos curtos. A proposta prevê caminhadas de até 15 minutos entre diferentes pontos do ecossistema, por espaços planejados para serem convidativos e integrados à paisagem. Além de facilitar a mobilidade, a ideia é reduzir o tempo gasto em deslocamentos e devolver esse tempo às pessoas, para a família, o lazer e as atividades que fazem parte da vida.
O masterplan é assinado pela A5 Arquitetura, escritório sediado em Maringá, e tem paisagismo de Ricardo Cardim, referência na restauração da Mata Atlântica urbana. A valorização da vegetação, a eficiência energética, o uso de materiais de menor impacto ambiental e a prioridade ao pedestre fazem parte das diretrizes do projeto. Em 2024, o Cidade Aruna recebeu o International Property Awards na categoria de Melhor Arquitetura de Uso Misto das Américas, em uma competição com projetos de mais de 21 países.

Moradia, saúde e negócios ocupam o novo eixo urbano
A transformação já começa a se materializar nos empreendimentos que ocupam o território. O Urbi Studios Cidade Aruna foi o primeiro empreendimento lançado dentro do ecossistema, reunindo estúdios, lofts e apartamentos de 28 a 93 metros quadrados. As 267 unidades foram comercializadas nas primeiras 24 horas, com valores entre R$ 450 mil e R$ 1,3 milhão. As obras começaram em 2024 e a entrega está prevista para 2028.
Também integra o masterplan o Office Cidade Aruna, lançado em novembro de 2025. Com 25 pavimentos e mais de 23 mil metros quadrados, o edifício é o primeiro prédio corporativo do Brasil inserido em um ecossistema urbano e construído em madeira engenheirada. A torre reúne 120 salas comerciais e foi projetada para a certificação LEED.

Na área da saúde, o Almai Cidade Aruna é uma torre de clínicas e consultórios que amplia a oferta de serviços dentro do masterplan. Posicionado como o “pulmão verde” do ecossistema, integra arquitetura humanizada, biofilia e paisagismo em ambientes abertos, acolhedores e conectados à natureza, proporcionando mais conforto, bem-estar e qualidade na experiência de pacientes e profissionais.
No eixo corporativo, o ÍON Cidade Aruna é um empreendimento voltado a grandes empresas, com a proposta de aproximar pessoas e fortalecer conexões profissionais, estimulando novas oportunidades dentro do ecossistema urbano.
O Domus Cidade Aruna, previsto para novembro, deve inaugurar uma nova fase do complexo, com um formato que amplia as maneiras de participar do crescimento do ecossistema. Os detalhes serão apresentados nas próximas semanas.
Mercado e impacto econômico
A transformação que o masterplan promove na Gleba Itororó já pode ser percebida na Galeria Cidade Aruna. Em dois anos de atividade, o espaço recebeu mais de 60 mil pessoas e se consolidou como ponto de encontro para convivência, arte, cultura, gastronomia e negócios. A Galeria também contribui para dinamizar a região, atraindo público e movimentando a economia enquanto as demais estruturas do ecossistema avançam.
O alcance do Cidade Aruna também se reflete na origem de seus compradores e investidores. O empreendimento reúne 273 clientes titulares, que somam 502 compradores e investidores, distribuídos por 11 estados brasileiros e cinco países: Irlanda, Canadá, Austrália, Japão e Paraguai. Os números demonstram o interesse pelo projeto para além do mercado local.






